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E foi aí que aconteceu.

E foi aí que aconteceu.

Antes que meus dedos tocassem a maçaneta, Lily soltou um grito agudo e se atirou sobre mim com uma força que não parecia ser dela. Ela me empurrou com tanta força que minhas chaves caíram no chão.

“Não!” ela gritou. “Não abra!”

Sua voz ecoou pelo corredor e, naquele exato momento, ouvi um clique metálico do outro lado da porta.

Não veio da placa de metal.

Veio de baixo.

Congelei.

Lily se agarrou à minha perna, tremendo da cabeça aos pés. Eu mal conseguia respirar. Olhei lentamente para a parte inferior da porta e então vi: um fio quase invisível, esticado na fechadura e preso a algo do outro lado da moldura.

Senti um vazio se abrir no meu estômago.
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Não era normal.

Não era improvisado.

Era uma armadilha.

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